6 de fevereiro de 2016

Esquerda Zika?

Amigos e amigas do Opinião e Crítica Brasil, ando um pouco sumido, desgastado, um pouco intolerante até. Estou as ''turras'' com tudo.
Não bastasse todo o entendiamento que o cenário político nos traz, temos agora que conviver sob a ameça de um mosquito, surgido não se sabe de onde e como se tornou tão letal para os bebês ainda em formação ou já presentes ao mundo. Que devastador. Que inconsequência governamental sem precedentes. É um horror atrás do outro em se tratando de Brasil.
Parece até, da minha parte, um discurso qualquer, mas não o é. Estou falando de uma sociedade criminosa, de gente criminosa, de pessoas detentoras de um poder ao qual não possuem nenhum esmero. São assassinos sedentos por dinheiro e nenhum respeito a vida de quem quer que seja. Somos uma vergonha no cenário mundial em vários aspectos, e agora somos também, vergonha em caso de saúde pública por conta de um mosquito. O mundo está alardeado com ''Zika Vírus'', surgido no fim do ano passado, no estado de Pernambuco, onde seus políticos locais não souberam, através de suas secretarias de saúde, dizer o que causava a microcefalia. E como levou tempo. Um absurdo sem igual.
O país vive uma onde de penúria sem limites, na educação, na segurança, no trabalho, na violência, nas empresas e o pior de todos, na saúde de seus brasileiros. É um país sem moral.
Não se resolve absolutamente nada, em setor algum da falida sociedade do país. Tudo conspira para o vivenciamento de um comunismo nojento e sem trégua de um partido nefasto, de pessoas igualmente nefastas ao qual se vangloriam de uma bandeira vermelha como a do PT. É inadmissível que se viva um terrorismo moral e ético no país, como pessoas sendo enganadas a todo o instante pelas autoridades.
Por todos os cantos do Brasil, há uma onde de dúvidas sobre o que seremos no futuro, o que não precisa se esperar muito para ver ou viver. Temos um regime ''chavista'' no país, apoiado por líderes latinos como Evo Morales, presidente da Bolívia, o ''balança mais não cai'' do Fidel Castro e sua idéias antagônicas, as quais não trouxeram nada de útil para o mundo e américa latina. Estamos enfrentando, mesmo que sem perceber, o medo de uma guerra civil já anunciada há anos. Não decolamos em nada.
Possuímos uma economia frágil. Temos os piores índices na educação. Nosso IDH é patético, nossa polícia ''violenta''.
Vivemos de uma intransigência dolorosa quanto a nós mesmos. Somos mercadores do medo.
Não se vê uma autoridade se quer, lutar em prol do bem comum, que é calcada nos valores familiares e éticos. As autoridades se digladiam entre sí e o povo fica a mercê das farpas.
Perdemos a dignidade. Somos motivos de risos mundo afora. 
Somos uma pátria sem qualquer prestígio. Salvo se este prestígio vier de um jogador de futebol. Ou quem sabe, um juíz qualquer para empatar a partida dos esquerdistas, direitistas ou aqueles que vivem em cima do muro.
Enquanto isso, sofremos as picadas e levamos nossas vidas como se não houvesse amanhã, aliás algo que nos custa acreditar.

7 de outubro de 2015

Lisura na política?

Amigos e amigas do Opinião e Crítica Brasil, entramos no caos da corrupção sem limites. Um poço sem fundo e sem qualquer aterro por parte de nossa justiça. Não creio mais nesse país.
Pode parecer conversa de gente revoltada, o qual se cansa ao primeiro impacto daquilo que nunca vemos em nossa sociedade, uma possível melhora. Não mesmo. Ufanismo não povo.
Quem alega que a longo, médio ou curto prazo o país sairá de atual situação pode estar se enganando. E o pior, enganando uma população inteira.
Se os preços dos combustíveis sobem, com ela sobre todos os demais preços em todos os tipos de comércio, o que deixa em dúvidas se estamos mesmo afetados por todos os lados. É um efeito ''dominó''.
Recentemente, andando pelas ruas da cidade onde resido e outras nas proximidades, resolvi fazer umas peguntas aos comerciantes de todos os gêneros de produtos, serviços e indústrias. O resultado foi catastrófico. Todos alegaram perdas em suas áreas de trabalho oscilando entre 30% e 50% .
Fui a agências de emprego onde o que mais se vê, são anúncios e propostas de trabalhos com qualificações e experiências aquém de nossa realidade. É um absurdo.
Conversando com um recrutadora de uma destas agências, ela me alegou que a questão agora, não é mais a falta de qualificação como primeiro plano, mas se há vagas disponíveis de trabalho e óbvio, não há. Sou um exemplo disso.
Liguei para uma indústria de médio porte, onde seu gerente me dizia ter algo em torno de 550 funcionários no começo do ano, hoje operando com apenas 450. E a tendência até o fim do ano é de que o mesmo demita mais 150, o que pode levá-lo a falência. Isso foi em apenas uma das diversas indústrias as quais fiz contato. Imaginem as demais.
No comércio pude perceber o desespero na face de cada proprietário pensando em como salvar seu ano, mesmo demitindo e até fechando lojas. Brás e região central da capital paulista também entraram em minha pesquisa pessoal.
Fui a loja de automóveis, shopping´s, loja de calçados, roupas, mercados e mini mercados, ferramentaria, imprensa e tantos outros e a reclamação é a mesma. Todos alegam estar entrando em quase falência ou já entraram. Funcionários dependentes de comissão são os que mais estão sofrendo no comércio. Penam para vender algo.
O que há de errado conosco cidadãos? Por que não reagimos? A conta é simples de se fechar.
Porque somos covardes e coniventes com isso tudo. Aceitamos caladinhos o que os políticos de Brasília fazem todos os dias no país, roubar. O brasileiro se acostumou a isso. E até faz o mesmo, se assim lhe derem oportunidades.
Nossas indústrias estão fechando as portas, pessoas estão indo para o ''olho da rua'', famílias inteiras se destruindo. E nós, ficamos discutindo ''águas''. E água por sinal é o que está nos faltando também.
Não existem mais esperanças neste país que a todo o dia, vai formando novos ladrões nas periferias, continua matando os doentes em hospitais, nas ruas ou em casa. É um elo gigantesco do qual não sabemos sair. E a luz está no fim do túnel, segundo a presidenta. Mas que túnel?
Nos viciamos a novelas, futebol, sambinha, carnaval, reality show´s, pastores na televisão nos roubando descaradamente e não tomamos medidas básicas para nossa honra se quer.
É inadmissível assistir a tudo isso e ficarmos perplexos com redes sociais informando qual será a próxima roupa do bebê de uma atriz, ou assistir a perguntas imbecis, de uma juventude imbecil se sexo anal engravida ou não diante da tevê.
Não se muda esse pais porque os milhares de pseudos-estudantes desta pátria não querem aprender. Vão a escola para agredir, assediar, ameaçar, surrar e matar professores, os quais ainda devem responder pelas péssimas e más formada crianças de hoje. Evidente que a conta não fecha.
Assistimos todos os dias noticiários sobre corrupção e alguns se alegram com isso, uma vez que a praticam sem nenhum constrangimento.
É operação para isso, operação para aquilo e nada muda. Ficam como estão.
O senhor Eduardo Cunha dito presidente da câmara se apresenta como um homem de decência e moral, e sabemos que o mesmo não é diferente de nenhum deles. O importante é o funk de periferia nos finais de semana.
A população brasileira não reage para o que precisa reagir, apenas pensam no seu ego e individualismo ancestral. Temos um povo ''morto''.
Minha indignação serve apenas para poucos, Apenas para os assim como eu, pensa, analisa e tenta fazer, todos os dias, algo melhor para nossa vida. A canalhice política é um câncer nesse país, do qual jamais terá fim.
O que anda acontecendo com o seu dia a dia cidadão e cidadã? Qual sua perspectiva no Brasil?
Existirá alguém com lisura para defenestrar toda essa escória bandida de Brasília, ou apenas nos tapará a visão com o sol da conivência?
De norte a sul do país a incerteza se faz presente e a dúvida dorme em nossos sonhos.
Já os corruptos dormem de cabeça fria. Ou não.

27 de agosto de 2015

Torce ou não torce?

Amigos e amigas do Opinião e Crítica Brasil, será que a ''porca vai torcer o rabo'', como dizem por aí?
Não que eu veja a curto, médio ou longo prazo, uma melhora efetiva para o país. Dilma Rousseff nos faliu, acreditem.
As estatísticas sãos as mais assustadoras possíveis. Não amigos do Opinião e Crítica Brasil, não se trata de pessimismo deste que vos escreve. A situação está mesmo ruim.
Segundo pesquisa do Dieese, divulgada em 09 de julho pelo jornal '' O Estado de São Paulo'', o primeiro trimestre deste ano resultou em uma contagem de 8, 2 milhões de desempregados país afora. O que leva a crer que até o final do ano, teremos algo em torno de 11 milhões de desempregados em uma somatória geral. Os números na verdade, parecem não refletir o que algumas emissoras de televisão citam diariamente, mostrando que existem ''apenas'' 1,5 milhões de desocupados no momento.
Pelos sim, pelo não, basta andarmos pelas ruas dos grandes centros populares, como o Brás por exemplo e 25 de Março para notarmos a queda de vendas nos comércios e lojas fechadas ou passando o ponto. A coisa é gritante.
Recentemente pude perceber isso até nos transportes. Não que a lotação deixou de existir, mas eu diria que você consegue por exemplo, movimentar suas pernas dentro de ônibus, trens e metrô. Ou seja, existem menos passageiros nos transportes coletivos. Parece bobo isso, mas não é.
Fiz por conta própria há cerca de uns dois meses uma pesquisa entre os comerciantes da região onde vivo. Foram 4 cidades e o que pude comprovar sem muitas delongas, o que já era previsto, a ausência de um comércio forte. Lojas e mais lojas vazias, com funcionários em pé, olhando um para o outro, limpando uma vitrine aqui e outra acolá, batendo papo ou simplesmente a espera de clientes.
Conversei com vários comerciantes e funcionários e o que ouvi de muitos fora estarrecedor. Queda nas vendas, quedas nos lucros. Sem lucros, demissões.
Comecei por Itaquaquecetuba e os comerciantes forma unanimes, estão levando prejuízo em torno de 30% a 50% em suas vendas e funcionários ganhando menos por causa das comissões.
Assim se seguiu em Poá, Suzano e Mogi das Cruzes, todos na mesma proporção.
Fiz ligações para algumas empresas dos mais variados setores e a reclamação foram as mesmas. Um diretor de uma delas, situada em Mogi das Cruzes, o qual me atendeu gentilmente me confidenciou que até o fim do ano vai demitir mais 15% de seus funcionários ou fechar a empresa de vez, coisa que ele não pretende fazer. Suas vendas caíram acima de 50%, já que compra em dólar sua matéria prima.
Me pergunto o que será deste país se conseguirem o impeachment desta senhora, a qual nos assola diariamente como se nos açoitassem por algo que não cometemos. 
A educação abaixo de qualquer expectativa, professores sendo massacrados pelos estados, alunos que se tornam bandidos do dia para a noite, jogadores ganhando milhões de reais, euros ou dólares, hospitais sem médicos, remédios, ambulâncias, povo sem segurança. Aposentados condenados a voltarem ao trabalho e outros que nem aposentar vão. Trabalhadores sem direitos.
Tudo por causa de uma política suja, mesquinha, deslavada, corrupta dos pés a cabeça e uma justiça sempre conivente. O Brasil está mais do que falido amigos.
Esse é o governo dos socialistas e comunistas, hoje pseudos esquerdistas de outrora, os quais veneravam e cultuavam a baderna, o sequestro de embaixadores, se trajavam de cubanos e usavam a maquiagem suja e descarada de Che Guevara, associando-se a ideias sem nexo de gente como Karl Marx, Lênin e outros mestres da idiotice humana.
Eis o país dos amantes de Hugo Chavez, Lula e Nicolás Maduro. Um país sem identidade própria.
Há quem acredite que o Brasil esteja maravilhoso. Sim, por que uma presidenta que lhes dê assistencialismo barato não pode ser considerada ruim.
Onde estão os ''20 centavos'' agora? Esconderam-se talvez. 
O gigante que havia acordado certamente voltou a dormir depois de levar uma de direita, ou desistiu disso tudo.
A geração do ''Vem pra rua' funciona como uma lástima mentirosa de filhinhos de papai, sedentos por poder no futuro e nada mais. Os movimentos por aqui são fracos.
Nossa nau está sem rumo, afundando todos os dias nesse oceano de ruínas jurídicas e nefastas. Os corruptos estão adorando as farsas diárias daqueles que estão sendo presos, justamente porquê serão eles mesmos os beneficiados com a liberdade de usufruírem tudo aquilo que roubaram dos cofres públicos.
Enquanto isso, os bobos da corte vão discutindo coisas irrelevantes a vida de cada um, como o sujeito ser ou não homossexual, o negro que se diz vítima por qualquer coisa sem necessidade, a criança gordinha ou magra, feia ou bonita demais sofrendo com o bulliyng, criando movimentos disso ou aquilo. É uma falta de gerência só neste Brasil.
Todas as causas possíveis e sem organização de uma pátria sem direção, social, econômica, cultural e educacional só nos leva para o fundo do poço.
Por favor senhora Dilma, saia a apague a luz por favor.

16 de julho de 2015

Fulano, Sicrano, Beltrano.

Amigos e amigas do Opinião e Crítica Brasil, juro que venho tentando me esquivar das loucuras deste país. Apenas tento.
O que não dá é ficar indiferente as questões que inflamam nossas vidas todos os dias sobre o quê ou quem é certo ou errado. Há controvérsias porém.
Na contra-mão de tudo, o qual também não sabemos ser o que é o ''tudo'', surgem os milhares de ''heróis'' com suas falas, textos, pensamentos e fúrias sendo disparados para quem quiser ver, ouvir e confrontar. Já não sou mais o mesmo com certeza.
Naquela esquina, de uma cidade qualquer, de um estado qualquer, encontravam-se três personagens tipicamente brasileiros, Fulano,
Sicrano e Beltrano.
Fulano acreditava piamente no governo. Era um defensor nato de sua presidenta Dilma Rousseff. Por ela, era capaz de dar a vida, sem exageros. Mas Fulano já estava pela hora da morte, velho, doente, aposentado com um mínimo por mês, sem médicos, mas amparado também pelo ''Bolsa- Família. Era este senhor, o provedor de sua casa. Alimentava assim, doze pessoas em seu lar, entre filhos e filhas desempregados/as, netos e de quebra uma criação de galinhas. A vida está ótima, dizia Fulano.
Já Sicrano, inimigo número um da presidenta, vivia desdenhando das condições do amigo Fulano, acreditando que o mesmo era gagá. Sicrano por sinal, tinha uma condição não muito diferente do primeiro, mas era anti PT sempre. Só não sabia o por quê. Ainda assim, vivia também com o benefício já citado ao primeiro. Seus filhos, seis ao todo, viviam na berlinda da miséria, sem ter escola, saúde, alimentação adequada, sem calçados e apenas uma bola para celebrar as tardes vazias daquele lugar. Não havia portanto, diferenças em suas condições, e ainda assim divergiam quanto ao seu governo.
Beltrano possuía uma vida melhor. Desde cedo, mandou seus dois filhos para a cidade grande onde estudaram e se formaram. Nunca passaram necessidades. O pai fazia de tudo por eles. Jamais se envolvia em questões políticas. Nem para um, nem para o outro. Apenas cuidava de sua vida e sentia dó de seus amigos. Acreditava nas escolhas das pessoas.
Beltrano não saiu de sua cidade justamente pelo amor a família que vivia no local e por sua amizade de infância com Fulano e Sicrano.
Era ''iletrado'', mas tinha comércio na cidade. Vendia de tudo e por vezes fiado. Ainda assim, fez sua vida. Tinha casas, terrenos, carros e uma pequena criação de bois. Era esperto.
No auge das eleições se mandava da cidade e sempre justificava seus voto. Queria distância dos candidatos. Assim, a vida seguia.
Certo dia, os filhos de seu Beltrano voltaram para a cidade, de modo a visitar seus pais. Um voltou advogado, homossexual e rico. O outro virou bandido, traficante e procurado no país inteiro.
Fulano e Sicrano ao saberem da situação, começaram a apontar falha na criação dos filhos de Beltrano. Beltrano não se sentia nenhum pouco chocado com seus filhos. Apenas queria o bem deles.
Ressaltou que o bandido se entregasse e cumprisse sua pena para com a sociedade e que jamais culpasse governo ou político algum por sua escolha.
Já o advogado, o pai desejou-lhe toda a sorte da vida por sua escolha. E igualmente ressaltou que jamais encontrasse culpa na sociedade, política ou transformações ao modo de vida, caso se arrependesse. De modo que não ficasse como Fulano e Sicrano, discutindo por ''A'' mais ''B'', o que era certo ou errado, mas que também não morresse como Beltrano, fugindo daquilo que vivia lhe incomodando, os políticos e seus admiradores.