20 de julho de 2011

Imprestáveis?

Você abandonaria seus filhos?
Amigos e amigas do
Opinião e Crítica Brasil, o que anda acontecendo a raça humana? Em especial, aquela que é naturalmente geradora de vidas, a mulher.
É crescente e assustador o cenário ao qual estamos nos ''acostumando'' a ver todos os dias, quando os noticiários mostram crianças e bebês abandonados na calada da noite por todo o país.
Dá asco só de saber que, uma mulher joga fora aquilo que lhe é de mais sagrado na vida, a possibilidade de ser mãe.
Como pode um bebê, pobre e indefeso, ser jogado em rios, latas de lixo, caçambas, calçadas, bueiros e outros lugares, só por vir ao mundo? Que lógica existe em tamanha brutalidade?
Achar uma resposta fica difícil, como difícil fica colocar atrás das grades quem comete tal crime. E por que?
Por que estamos no Brasil, terra da corrupção desenfreada, terra da libertinagem entre homens e mulheres, terra de leis ultrapassadas onde congresso e senado se degladiam apenas por seus interesses.
É cruel! Absurdo! Insano e outros adjetivos impronunciáveis, para não dizer, falta de amor próprio.
As mulheres assim como os homens, vivem em um estado de ''felicidade invisivel'', fazendo de suas vidas lixo e, posterior a isso tudo, a de crianças e bebês, usando de atitudes enfurecidas contra inocentes, culpando-os como se as mesmas fossem responsáveis erros irreparáveis dos adultos, já que ter uma criança não desejada se torna um ''certo peso'' em suas vidas.
Se não cometem o aborto, entregam as crianças a ''deus-dará'', tendo esta, sorte se sair viva.
O que anda acontecendo com a cabeça das pessoas, que vivem em mundo de ficção e ilusão?
O que anda acontecendo com a sociedade?
 As pessoas vivem presas em um mundo de status, glamour, bebedeiras, drogas, prostituição, transgressões das leis ou em plena ''miséria pscicológica''.
Cadê o amor a familia? A si próprio? Que crianças teremos no futuro?
No Brasil, parece que nada mudará, nunca. Não há consenso e postura por parte de nossa justiça para com os criminosos.
O cidadão não quer mudanças. Prefere o egoísmo da alma e o consumismo social do que o respeito a vida. Sobretudo a de crianças.
Convém lembrar que a mulher que aborta ou abandona seus filhos, nunca será digna de ser chamada de mãe. Esta é com certeza , a pior dor para uma mulher.
O caminho mais adequado seria o da adoção, mas estamos no Brasil e, casais que querem adotar uma criança, sofrem igualmente as crianças, a ''dor da burocracia'' que uma vez em em conluio com a nossa bela justiça, prefere um destino incerto para aqueles que poderiam se tornar no futuro, cidadãos dignos de respeito, amor e afeto.
As pessoas não pensam, se detestam cada vez mais, o ''eu'' vale mais do que o ser.
É a tal da modernidade e liberdade ao extremo, destruindo vidas, familias e claro, crianças.
Eis o por que do homossexualismo ser tão aclamado por todos aqueles que não querem responsabilidades para suas vidas.
Estamos caminhando para um fim sem igual, onde não teremos muito em breve, o carinho e o sorriso de uma criança, pois já  nascem ''culpadas'' por crimes que jamais cometeram.
Deus nos acuda!

'' O que escolhes para a sua vida, é a semente que plantas hoje. Amanhã poderás colher espinhos e ervas daninhas'' - Jhonas Silva

16 de junho de 2011

Mulheres.Vítimas do descaso


Amigos e amigas do Opinião e Crítica Brasil, como as mulheres andam sofrendo!
A todo o instante, milhares de mulheres por este país afora, se tornam vítimas de alguma violência por parte dos homens. O que anda acontecendo a raça humana?
São casos que extrapolam o limite da insensatez. Homens covardes, traidores, beberrões, assassinos, estupradores, espancadores e outros adjetivos impronunciaveis por aqui. É uma violência  atrás da outra.
De quem será a culpa? Da mulher que não denuncia?
Será que a culpa está na justiça?
Os casos de mortes, não bastam para que se criem leis mais severas e que possam, por na cadeia esses bandidos?
Um dos casos mais chocantes desta semana, no Rio de Janeiro, relata a brutalidade de um pai que, inconformado com a separação, invadiu um posto de saúde, onde seu filho de 9 meses, estava sendo medicado e fora, na frente de um monte de enfermeiros e seguranças, espancado pelo pai como forma de vingança contra a ex. Pior que isso foi a conivência de seguranças do posto de saúde que ''apenas'' o colocou para fora do local. Erraram feio.
A polícia deveria ter sido chamada, o pai preso e junto com ele, os seguranças do posto de saúde que podemos por assim dizer, foram coniventes com a atitude.
Outro caso, este em São Paulo, diz respeito a uma garota espancada violentamente pelo namorado e que ainda, voltou para os braços de seu ''amado''. Mulher de malandro uma vez, mulher de malando sempre.
Por que essas coisas acontecem? Com certeza pelo o fato do índividuo ir a uma delegacia, prestar depoimento e sair pela porta da frente.
A sociedade brasileira não pode aceitar mais isso. A mulher não pode aceitar isso.
A Lei Maria da Penha tem que funcionar em sua totalidade e não parcialmente.
Constituir familia está cada vez mais díficil. O medo impera.
O amor tão antes aclamado em poemas, versos e outras maneiras, foi destruido pela falta de amor póprio.
Não existe mais conceito familiar, o respeito acabou.
Não é a toa que nos dias de hoje, homens e mulheres preferem a solidão, isso é fato.
Tudo isso ocorre porque as mulheres, conquistaram direitos, liberdade de ir e vir, trabalhar, estudar e serem felizes como quiserem.
As sociedades machistas deveriam ser destruidas e o controle dado as mulheres. Com certeza o mundo ficaria muito melhor e o futuro das crianças e da família garantidos.
Mulheres! Uni-vos!

14 de junho de 2011

Terceiro sexo?



Amigos e amigas do Opinião e Crítica Brasil, desandamos. E o que  é pior, para trás, claro.
É cada vez mais forte a polêmica causada em torno de um ''kit gay'' nas escolas que, segundo algumas pessoas ''serve de orientação'' as crianças. Balela pura.
Qualquer cidadão que possui um mínino de decência e ética, sabe que tal coisa é um absurdo, é violar o direito de educação dada pelos pais. É, portanto, inaceitavel tal coisa.
Não se vê projeto nas escolas para formar cidadãos, futuros profissionais em diversas áreas sociedade. O que se vê é uma destruição total dos valores familiares e religiosos.
Por mais que as pessoas afirmem  não ter preconceitos, o mesmo fica latente ao ser perguntado para pais e mães se os mesmos aceitariam tal kit para educação e a resposta é óbvia, não. Pimenta nos olhos dos outros é refresco, já dizia o ditado.
A questão que fica é: que tipo de sociedade teremos amanhã?
O que esperar de nossos filhos?
Ninguém tem o direito de em uma escola, tirar dos pais, o próprio direito de educar seus filhos. Nenhum governante tem o pode  adentrar o lar de uma família para orientar a sexualidade de uma criança, quiçá impor tal situação.É constrangedor, imoral, é promiscuidade.
Todos sabemos que um lar é formado por pai e mãe e, não existe outro meio para que uma criança cresça saudável e se forme cidadã, escolhendo posteriormente, aquilo que melhor lhe convir no futuro. Enquanto criança, esta deve estar ao lado do pai e da mãe, sempre. Não importa sua condição.
O que o ministro da educação, Fernando Haddad deveria se importar é com a péssima qualidade do ensino nas escolas, o baixo salário dos professores, a violência entre alunos, o descaso com a merenda, a falta de preparo dos professores e acabar com o bulliyng nas escolas e não impor opção sexual as crianças.
No futuro corre-se o risco de termos, uma sociedade homo que atacará o cidadão hetero, com verdadeiro preconceito ao que é correto e lógico, a relação homem e mulher, pais e filhos.
Esse tal modernismo de idéias, cria vários ''monstros'' destruidores de sonhos, esperanças, sobretudo o de se ter uma familia, calcada no carinho, amor e respeito a vida.
Que me perdoem os adeptos do homossexualismo, nada contra por sinal, mas familia é tudo.

9 de setembro de 2010

E lá estava Severino...

Texto de domínio público.
Foto de domínio público
(...) Seguia firme e pensativo. Se é que dava para se pensar em algo em ambiente tão árido, tão hostil e tão longe do ''mundo''.
Severino acordara como sempre de costume, ás quatro da manhã, lavara seu rosto com a pouca água armazenada em uma cisterna, ''doada'' pelo governo.
Uma rápida olhada para o céu estrelado e lá ia ele para sua rotina diária, a busca por comida. Aliás,  saia sem comer nada. Sertanejo bravo, sempre arisco, até com a fome.
Severino saía ás pressas, no escuro da madrugada quente, do jeito que estava. Com a calça do tipo social, camisa fina, ''chinelas'' e levando consigo, seu chapeú de couro, utensílio mais que necessário no sertão nordestino.
Não sabia ao certo sua idade, julgava ter quarenta ou cinquenta anos, nunca se importou com isso. Tivera com Maria das Dores, treze filhos, seis deles mortos pela desnutrição. Severino não sabia o que era desnutrição, achava que as crianças morriam por alguma razão espiritual. Maria também não sabia sua idade.
Analfabeto, só assinava com o polegar, direito adquirido ao tirar seu RG e título de eleitor. Não possuia C.P.F. Aliás, Severino nem sabia para que essas coisas serviam. Nunca ouvira falar de IBGE ou qualquer outra coisa do governo, não era aposentado. Correr atrás de algo para comer, era mais importante, sempre.
Passara por tudo na vida, inclusive ''fome''. Para Severino, o ''pior'' da vida já havia passado. Não lhe deram oportunidades de nada, nem de entender que ''mundo'' era esse ao qual ele fora ''condenado'' a viver pelo resto da vida.
Sempre ouvira falar de homens que cresceram no mesmo ambiente em que o dele, que ''prosperaram'' as custas de muito trabalho nas cidades grandes de outros estados ou que se enganaram e, morreram sem ao menos voltar para os seus.
Severino era matuto, qualquer coisa lhe fazia desconfiar das pessoas, mas tinha muito a ensinar. Ensinar como se tenta sobreviver em meio ao nada, em meio a fome.
A pressa de Severino era justificada, precisava alimentar as sete bocas ainda pequenas, entre três e doze anos de idade. As crianças em fase escolar, não estudavam, por quê ali, não havia escola. Maria das Dores e Severino, se quer conheciam uma escola.
Maria das Dores, cuidava da pequena casa de sapé e pau a pique, chão de terra batido, mas sempre ''limpa''.
Era ela também que juntamente com as sete crianças, buscava água para matar a sede, para tomar banho e para cozinhar. E era água barrenta, que vinha para as cisternas ''doadas'' pelo governo.
As seis da manhã, o sol ardia a pleno, os pastos secos, animais magros e o vôo do carcará se fazia presente por mais um dia que era somente a cópia do outro passado.
Em meio a tudo isso, Maria das Dores e Severino, rezavam e cantarolavam ladainhas, pedindo a algum santo qualquer, proteção para as crianças e eles mesmos.
As crianças mal trapilhas, brincavam o dia todo correndo atrás de algumas galinhas que transitavam em seu quintal e, se divertiam, rindo inocecentemente com seus dentinhos podres e amarelinhos a mostra. Era a vida e suas nuances.
Não tinham televisão, logo não sabiam quem era seu presidente, onde estavam, em que ano estavam, em que continente estavam.
Maria das Dores e Severino, sabiam serem brasileiros, porque alguém, em um dia qualquer os dissera.
Severino tinha uma camiseta do Flamengo, doada por alguém, camisa da década de oitenta. Era para ele, artigo de ''luxo'', usá-la quando ia a missa, ''festas'' ou a funerais.
Severino tinha que voltar logo para casa, para poder ''orgulhosamente'', encher os olhos e barrigas da mulher e filhos que os esperavam ansiosos.
Árduo dia... Árdua vida... Meses sem água... Pensava Severino.
Maria das Dores, não sabia o que era um médico, jamais ouvira falar de algum tratamento para evitar ter mais filhos ou qualquer outro método contraceptivo.
A face queimada pelo sol, o céu de um azul celeste intenso, o cheiro da morte sempre pairando no ar.
Severino não sorria. Severino lutava. Sua luta era para não morrer de fome.
Homem duro, coração ''empedrado'', vida sofrida, pés rachados.
Severino não sabia o que era eleição e, ao voltar para casa, com um calango preso aos braços, feliz da vida por ter carne para comer, se depara com uma cena nunca vista antes em sua vida.
O espanto é visivel em sua face, o medo se faz presente. Não está entendendo nada.
No meio do nada, da poeira, no sertão castigado, surge alguém para lhe dizer:
- Amigo! Conto com seu voto! É importante que você vote em mim, para ''juntos'' mudarmos este cenário aqui. Tome uma cesta básica, um cartão do ''Bolsa-Família'' e camisetas para você e toda a sua família. Conto com seu voto.Depois passamos aonde o senhor mora, para pegarmos seus dados e de sua família, juntamente com seu número de título de eleitor e seu C.P.F. Seu e de se sua esposa. Abraços ''amigo'' eleitor.
Severino olha bem para aquele homem estranho, de roupas estranhas, ''carroças'' estranhas, com celulares que não funcionavam naquele lugar e somente lhe faz um pedido:
-Seu moço! Posso até votar no senhor, mas me faça uma coisa? Tu pode mandar Deus fazer chover nesse sertão rachado para que eu possa dar de comer dignamente a minha família, e  não precise matar esse calango para comer e que fui achar há mais de dez léguas daqui?
O homem nada diz e vai embora com sua comitiva. A vida não mudará pensa Severino que, parte as pressas para chegar em casa e saciar mais uma vez a fome de todos.
E Severino segue seu caminho. Em meio a poeira da terra seca, do chão maltratado pela falta de chuva, do verde para o pasto e pela luta de querer não morrer sem saber que tipo cidadãos eles são para o seu país.

Pense nisso na hora de escolher seu ''representante''.
Amigos e amigas do Opinião e Critica Brasil, resolvi dar uma diferenciada em meu post de hoje. Tentei analisar, de alguma maneira o por que de ainda existirem os idiotas.
Abraços a todos. Conto com seus comentários.