14 de junho de 2011

Terceiro sexo?



Amigos e amigas do Opinião e Crítica Brasil, desandamos. E o que  é pior, para trás, claro.
É cada vez mais forte a polêmica causada em torno de um ''kit gay'' nas escolas que, segundo algumas pessoas ''serve de orientação'' as crianças. Balela pura.
Qualquer cidadão que possui um mínino de decência e ética, sabe que tal coisa é um absurdo, é violar o direito de educação dada pelos pais. É, portanto, inaceitavel tal coisa.
Não se vê projeto nas escolas para formar cidadãos, futuros profissionais em diversas áreas sociedade. O que se vê é uma destruição total dos valores familiares e religiosos.
Por mais que as pessoas afirmem  não ter preconceitos, o mesmo fica latente ao ser perguntado para pais e mães se os mesmos aceitariam tal kit para educação e a resposta é óbvia, não. Pimenta nos olhos dos outros é refresco, já dizia o ditado.
A questão que fica é: que tipo de sociedade teremos amanhã?
O que esperar de nossos filhos?
Ninguém tem o direito de em uma escola, tirar dos pais, o próprio direito de educar seus filhos. Nenhum governante tem o pode  adentrar o lar de uma família para orientar a sexualidade de uma criança, quiçá impor tal situação.É constrangedor, imoral, é promiscuidade.
Todos sabemos que um lar é formado por pai e mãe e, não existe outro meio para que uma criança cresça saudável e se forme cidadã, escolhendo posteriormente, aquilo que melhor lhe convir no futuro. Enquanto criança, esta deve estar ao lado do pai e da mãe, sempre. Não importa sua condição.
O que o ministro da educação, Fernando Haddad deveria se importar é com a péssima qualidade do ensino nas escolas, o baixo salário dos professores, a violência entre alunos, o descaso com a merenda, a falta de preparo dos professores e acabar com o bulliyng nas escolas e não impor opção sexual as crianças.
No futuro corre-se o risco de termos, uma sociedade homo que atacará o cidadão hetero, com verdadeiro preconceito ao que é correto e lógico, a relação homem e mulher, pais e filhos.
Esse tal modernismo de idéias, cria vários ''monstros'' destruidores de sonhos, esperanças, sobretudo o de se ter uma familia, calcada no carinho, amor e respeito a vida.
Que me perdoem os adeptos do homossexualismo, nada contra por sinal, mas familia é tudo.

9 de setembro de 2010

E lá estava Severino...

Texto de domínio público.
Foto de domínio público
(...) Seguia firme e pensativo. Se é que dava para se pensar em algo em ambiente tão árido, tão hostil e tão longe do ''mundo''.
Severino acordara como sempre de costume, ás quatro da manhã, lavara seu rosto com a pouca água armazenada em uma cisterna, ''doada'' pelo governo.
Uma rápida olhada para o céu estrelado e lá ia ele para sua rotina diária, a busca por comida. Aliás,  saia sem comer nada. Sertanejo bravo, sempre arisco, até com a fome.
Severino saía ás pressas, no escuro da madrugada quente, do jeito que estava. Com a calça do tipo social, camisa fina, ''chinelas'' e levando consigo, seu chapeú de couro, utensílio mais que necessário no sertão nordestino.
Não sabia ao certo sua idade, julgava ter quarenta ou cinquenta anos, nunca se importou com isso. Tivera com Maria das Dores, treze filhos, seis deles mortos pela desnutrição. Severino não sabia o que era desnutrição, achava que as crianças morriam por alguma razão espiritual. Maria também não sabia sua idade.
Analfabeto, só assinava com o polegar, direito adquirido ao tirar seu RG e título de eleitor. Não possuia C.P.F. Aliás, Severino nem sabia para que essas coisas serviam. Nunca ouvira falar de IBGE ou qualquer outra coisa do governo, não era aposentado. Correr atrás de algo para comer, era mais importante, sempre.
Passara por tudo na vida, inclusive ''fome''. Para Severino, o ''pior'' da vida já havia passado. Não lhe deram oportunidades de nada, nem de entender que ''mundo'' era esse ao qual ele fora ''condenado'' a viver pelo resto da vida.
Sempre ouvira falar de homens que cresceram no mesmo ambiente em que o dele, que ''prosperaram'' as custas de muito trabalho nas cidades grandes de outros estados ou que se enganaram e, morreram sem ao menos voltar para os seus.
Severino era matuto, qualquer coisa lhe fazia desconfiar das pessoas, mas tinha muito a ensinar. Ensinar como se tenta sobreviver em meio ao nada, em meio a fome.
A pressa de Severino era justificada, precisava alimentar as sete bocas ainda pequenas, entre três e doze anos de idade. As crianças em fase escolar, não estudavam, por quê ali, não havia escola. Maria das Dores e Severino, se quer conheciam uma escola.
Maria das Dores, cuidava da pequena casa de sapé e pau a pique, chão de terra batido, mas sempre ''limpa''.
Era ela também que juntamente com as sete crianças, buscava água para matar a sede, para tomar banho e para cozinhar. E era água barrenta, que vinha para as cisternas ''doadas'' pelo governo.
As seis da manhã, o sol ardia a pleno, os pastos secos, animais magros e o vôo do carcará se fazia presente por mais um dia que era somente a cópia do outro passado.
Em meio a tudo isso, Maria das Dores e Severino, rezavam e cantarolavam ladainhas, pedindo a algum santo qualquer, proteção para as crianças e eles mesmos.
As crianças mal trapilhas, brincavam o dia todo correndo atrás de algumas galinhas que transitavam em seu quintal e, se divertiam, rindo inocecentemente com seus dentinhos podres e amarelinhos a mostra. Era a vida e suas nuances.
Não tinham televisão, logo não sabiam quem era seu presidente, onde estavam, em que ano estavam, em que continente estavam.
Maria das Dores e Severino, sabiam serem brasileiros, porque alguém, em um dia qualquer os dissera.
Severino tinha uma camiseta do Flamengo, doada por alguém, camisa da década de oitenta. Era para ele, artigo de ''luxo'', usá-la quando ia a missa, ''festas'' ou a funerais.
Severino tinha que voltar logo para casa, para poder ''orgulhosamente'', encher os olhos e barrigas da mulher e filhos que os esperavam ansiosos.
Árduo dia... Árdua vida... Meses sem água... Pensava Severino.
Maria das Dores, não sabia o que era um médico, jamais ouvira falar de algum tratamento para evitar ter mais filhos ou qualquer outro método contraceptivo.
A face queimada pelo sol, o céu de um azul celeste intenso, o cheiro da morte sempre pairando no ar.
Severino não sorria. Severino lutava. Sua luta era para não morrer de fome.
Homem duro, coração ''empedrado'', vida sofrida, pés rachados.
Severino não sabia o que era eleição e, ao voltar para casa, com um calango preso aos braços, feliz da vida por ter carne para comer, se depara com uma cena nunca vista antes em sua vida.
O espanto é visivel em sua face, o medo se faz presente. Não está entendendo nada.
No meio do nada, da poeira, no sertão castigado, surge alguém para lhe dizer:
- Amigo! Conto com seu voto! É importante que você vote em mim, para ''juntos'' mudarmos este cenário aqui. Tome uma cesta básica, um cartão do ''Bolsa-Família'' e camisetas para você e toda a sua família. Conto com seu voto.Depois passamos aonde o senhor mora, para pegarmos seus dados e de sua família, juntamente com seu número de título de eleitor e seu C.P.F. Seu e de se sua esposa. Abraços ''amigo'' eleitor.
Severino olha bem para aquele homem estranho, de roupas estranhas, ''carroças'' estranhas, com celulares que não funcionavam naquele lugar e somente lhe faz um pedido:
-Seu moço! Posso até votar no senhor, mas me faça uma coisa? Tu pode mandar Deus fazer chover nesse sertão rachado para que eu possa dar de comer dignamente a minha família, e  não precise matar esse calango para comer e que fui achar há mais de dez léguas daqui?
O homem nada diz e vai embora com sua comitiva. A vida não mudará pensa Severino que, parte as pressas para chegar em casa e saciar mais uma vez a fome de todos.
E Severino segue seu caminho. Em meio a poeira da terra seca, do chão maltratado pela falta de chuva, do verde para o pasto e pela luta de querer não morrer sem saber que tipo cidadãos eles são para o seu país.

Pense nisso na hora de escolher seu ''representante''.
Amigos e amigas do Opinião e Critica Brasil, resolvi dar uma diferenciada em meu post de hoje. Tentei analisar, de alguma maneira o por que de ainda existirem os idiotas.
Abraços a todos. Conto com seus comentários.

6 de setembro de 2010

Por quê existem os idiotas?


Amigos e amigas do Opinião e Crítica Brasil, fazia tempo que eu não escrevia em meu blog. Muitos até me questionaram o por que de, eu não ter feito ainda, um post sobre as Eleições 2010. Boa pergunta, por sinal.
A impaciência anda me dominando e confesso estar um pouco assustado com o que vejo no cenário político nacional. Saber que temos ''aberrações'' como Tiririca, Romário, Mulher Pera, Dinei, Marcelinho Carioca, Vampeta, Netinho de Paula e outros ''tontos'' concorrendo a cargos públicos, me dá nojo.
A democracia brasileira é realmente piada de mal gosto. Sem falar é claro dos ''idiotas'' metidos a comunistas e socialistas, que nunca chegarão a nada, nem aqui e nem em outro lugar do mundo.
Comunismo e socialismo são idéias de ''jirico'', são sistemas falidos e que não contemplam em nada, melhorias para a vida de ninguém. Basta voltarmos no ínicio dos anos 90, quando o comunismo ''sucumbiu'' ante o capitalismo avassalador, abrindo fonteiras econômicas para o que estamos vivendo hoje em dia. Pergunte a qualquer cidadão consumidor se ele deseja a volta do comunismo. Claro que não quererá.
Já o socialismo, pintado de ''bonzinho'' por seres inescrupulosos também não tem vez em nada no mundo político, portanto se faz necessário, acabar com essas ''ladainhas'' comunistas/socialistas. Está mais do que na hora por sinal de seres como Fidel Castro ( El Ditador del Cuba), sair do cenário político, o mundo não precisa e nunca precisou dele.
Fico imaginando o que pessoas como Zé Maria -PSTU,  Levyr Fidélix- PRTB, Plínio de Arruda Sampaio -PSOL e tantos outros fracassados políticos querem apresentar para essa massa de burros, ignorantes e analfabetos, que se contentam com um ''Bolsa-Família'' da vida em troca de votos. O que essas pessoas tem de melhor para apresentar a esse país? É óbvio que não dá para falar de política, os mesmos não mudam e os pequenos nunca chegam a nada. É triste e cômico ao mesmo tempo.
Portanto, fazer um post sobre as'' Eleições 2010'', é algo desafiador e de coragem até. Não temos o que falar, não temos o que escolher. O Brasil é uma pátria sem identidade política. Só querem entrar no poder, pessoas mal intencionadas com o único intuito de encherem seus bolsos. Está na cara de qualquer um deles.
Não vejo um candidato com uma postura mais digna com o cidadão, como por exemplo, apresentar um projeto para acabar com a obrigatoriedade do voto. Não! Nunca criarão tal coisa.
Enquanto isso, nos bastidores PSDB e PT, travam na calada da noite, suas lutas imorais para ver quem é mais do que o outro. A democracia não dorme nunca e o tão comentado  ''Ficha Limpa'' é conversa para ''boi dormir''.
É mesmo de assustar o que veremos nessas eleições para governadores, senadores, deputados estaduais e federais ( os piores cupins do dinheiro público!). Vamos ver no que dará essa Eleição 2010.
Dilma ou Serra? Idiotas ou imbecis? Com máscara ou sem máscara?
Marina não chegará ao 2º turno, logo tucanos e petistas farão mais uma vez, o Brasil ''acontecer''.
Os bobos da corte apenas observarão e sairão, posterior a isso tudo, as ruas para cantarolar, dançar e ver nosso país continuar a mesma face lambida e deslavada de sempre.
Ao votar, vote consciente. Escolha bem o seu candidato. Procure conhecer suas propostas e seu passado.
Boa Sorte!

31 de julho de 2010

Surtei?


Amigos e amigas do Opinião e Crítica Brasil, surtei! Isso mesmo, surtei. E, não que eu quisesse surtar caro leitor desse blog, apenas transcendi a tal da razão pela emoção. Ou vice-versa.
Notará o leitor que cada vez mais estamos a beira de um ataque de nervos. O que não é nada bom.
Depois de amargar por quase uma hora de trem de minha casa até a estação Brás da CPTM  chego e, ao descer enfrento ainda uma espécie de ''disputa'' para subir a escada rolante, o que chega a ser estressante demais, mas vá lá.
Após subir a escada, sigo em direção ao Metrô, que faz junto a CPTM, transferência gratuita, o que me faz pensar da não necessidade do uso de catracas por ali.
O número de pessoas é excessivo em direção ao metrô, quando aproximando-me de uma das catracas, vejo alguns garotos parados, todos com idade entre 10 e 12 anos, não mais que isso. Estão entre os usuários, atrapalhando a passagem das pessoas. Ouço quando alguém comenta sobre o cuidado para com aqueles garotos mal vestidos, sem chinelos e que falam alto sem parar. Não deu outra. Lá estavam certamente para roubar e assim o fizeram, mas não conseguiram.
Ao passar por uma das catracas, sinto uma mão dentro do bolso de minha calça puxando meu celular. A reação  é instantânea. Segurando o braço de um deles, exijo que ele solte meu celular. Dois guardas, funcionários da companhia  apenas observam e nada fazem.
Ao exigir que o ladrãozinho solte meu celular, ele com idade de aproximadamente 10 anos, acerta-me um soco na barriga, ao passo que não hesito e desfiro nele, um soco no meio de seu maxilar. O moleque solta um grito de agonia enquanto meu celular cai ao chão.. Todos me olham com perplexidade e os protestos começam contra minha atitude.
Um moça diz que é uma advogada e exige que eu pare para lhe dar meu nome, já que a mesma pretende acionar a polícia militar e posteriormente processar-me por crime contra a criança, segundo a própria. Não me intimido e sugiro a ela que o leve para sua casa , que dê banho nele, passe talco no bumbum dele, dê a ele um jantar e o leve para dormir em sua cama, preparando-se posteriormente para receber um revólver 38 na cabeça. A tal da advogada se enfurece comigo e deseja processar-me também por calúnia, difamação e outras coisas que eu nem quero saber.
Outro rapaz, negro e de aproximadamente uns 150 kilos provavelmente, de bermudas, tênis, camiseta com uma inscrição de 100% favela e cabelos horrivelmente estranho, diz que o ''menino está no corre'' pela vida e que eu sou playboy folgado e devo amanhecer com a ''boca cheia de formiga'', péssimo exemplo de sociedade ao qual vivemos. Também não me intimido com ele e lhe digo que só sendo mesmo um mediocre favelado para se doer com um pivete ladrãozinho que hoje rouba um celular, amanhã nos tira a vida.
O mesmo então diz que gostaria de ver eu lhe dar um soco em sua face. Peço então para que tente roubar meu celular igualmente o moleque. Ele nada faz. Já eu, espumo de raiva.
A confusão segue até que os seguranças, de tonfas empunhadas, tentam me barrar, dizendo aos berros que eles eram autoridades e, que eu deveria parar. Olho para esses pobres imbecis assalariados do estado e sigo meu caminho rumo ao trem que me levaria até a estação Dom Pedro II, onde desço.
Nada me aconteceu, claro. Segui meu caminho e fui trabalhar.
Algumas pessoas ainda,  me olhavam com desdém e pude ver que eu, naquele instante havia virado um ''monstro'' para a sociedade. Agredi uma criança. Cria de alguma mãe e pai ínutil para a mesma sociedade e protegido pelo E.C.A ( Estatuto da Criança e Adolescente), criação do ex-Presidente Collor em 1992.
 Que tipo de pessoas temos em nosso meio? Como alguém pode se doer pelos filhos alheios, não sendo eles próprios, vítimas dessa ''ninharia de ratos'' largados Brasil afora?
Só se defende o que é de errado neste país. Só sendo bandido para se ter valor no futuro. E o povo? Pior ainda. Aplaude de pé, atos como o desse vagabundo mirim, quando o mesmo deveria estar estudando, se profissionalizando para uma vida melhor. Mas não. Ser ladrão é ''legal'', dá mais emoção e tem respaldo do povo pobre, oriundos da periferia, os quais adoram viver erroneamente, por isso a defesa para com o pivete.
Sai as ruas roubando desde cedo para depois se fazer vítima da sociedade e  dizer que não teve oportunidades na vida.
Por quê lutar por um povo que não vale e pena?
Agredi sim, não me arrependo. Se precisasse iria agredir de novo. É meu direito de cidadão que está sendo ameaçado por pseudos crianças, defendidos amanhã pela mídia mais conivente que existe.
Não é de meu feitio fazer tal coisa, como acredito não querer ser por parte de ninguém que tenha um pouco de ética.
Não temos segurança e, esta só aparece para se mostrar ante a qualquer tumulto querendo impor sua covardia e agressão. Lá estavam os seguranças do metrô e nada fizeram para tirá-los do meio das catracas. Foi necessário a força física para espantá-los dali e fora da pior maneira possível.
Repito: Não me arrependi e, se necessário fosse, o faria novamente.
Essa é a desordem que querem em nosso país, infelizmente.