29 de março de 2010

O Jornalismo Brasileiro de luto. Morre Armando Nogueira.

Amigos e amigas do Opinião e Crítica Brasil!
O Brasil acordou hoje um pouco mais triste, para quem é fã de futebol, muito mais triste ainda.
Morreu o mito, o gênio, o magistral, o sem palavras, Armando Nogueira,83 anos, vítima de um câncer no cérebro desde 2007.
Fundador do Jornal Nacional, Rede Globo em 1969, Nogueira fez escola no Jornalismo brasileiro.
Nascido no Acre, fora para o Rio de Janeiro aos 17 anos, lá estudou Direito mas, seu sonho era mesmo o Jornalismo, iniciando sua carreira no Diário Carioca, onde fora repórter, redator e colunista.
Em quase 60 anos de carreira, Nogueira passou ainda pela extinta Revista Manchete, o Cruzeiro e Jornal do Brasil. Ainda trabalhou na Rede Bandeirantes de televisão, atualmente estava na SporTV onde apresentava o Papo com Armando Nogueira, além de participação no Jornal da CBN Brasil.
Escreveu textos para o filme Pelé Eterno (2004 ), além de escrever mais dez livros, todos voltados para o futebol.
Era amante do futebol ao ponto de dizer que o também genial, Garrincha era um ''Anjo das Pernas Tortas'', ou então que, para Garrincha, qualquer lenço era um latifíndio. Isso era Armando Nogueira, sábio em suas palavras, único em suas observações.
Para o apresentador e editor do Jornal Nacional, Willian Bonner, Armando Nogueira era um gigante do Jornalismo Brasileiro, aprendera e muito com ele.
Armando Nogueira, morreu em casa, por volta das sete da manhã, seu velório será no salão ''Armando Nogueira'' e o sepultamento previsto para o meio-dia desta terça dia 30, no cemitério São João Batista, Botafogo, zona sul do Rio.
Fica o legado, o aprendizado, a genialidade, a magnitude do ser, das palavras sensatas, do riso ''criança'' que só Armando possuia, está agora na galeria dos grandes gênios que esse país já perdeu.
Vá com Deus mestre, obrigado por tudo.
Armando Nogueira( 1927-2010)

'' O aprendizado vem a cada dia, a cada instante, a cada grande perda...'' Jhonas Silva


28 de março de 2010

A Justiça foi feita! Até quando?


Amigos e amigas do Opinião e Crítica Brasil, passado dois anos após o assassinato brutal de Isabella Nardoni, a época com cinco anos de idade, Alexandre Nardoni, pai e Ana Carolina Jatobá, madrasta, foram execrados da sociedade para ''sempre''.
Para sempre, por que nada apagará de suas mentes maléficas a maldade cometida em cima de uma criança inocente e indefesa, nem tão pouco da mente do cidadão em comum.
Só quem é mãe, sabe a dor de se perder um filho, mesmo este as vezes já em fase adulta, daí a dor intensa, quiçá uma criança. Mãe é sempre mãe.
Confesso ser um crítico ferrenho de nossa ''bela e fantasiosa'' Justiça que não marca bobeira em casos assim, também fora correta em cima dos assassinos de João Hélio, menino arrastado por sete kilômetros pelas ruas de uma bairro do Rio, preso a um cinto de segurança, ainda assim, o ''mentor'' do crime, um menor de idada a época, ''cumpriu'' sua pena para com a sociedade, após três anos ''preso'' e está em liberdade, ponto negativo para nossa Justiça.
O mérito do caso Isabella vai para o excelente promotor, Franciso Cembranelli que teve uma atuação perfeita impedindo que os assassinos da menina voltassem as ruas.
O que fica agora é a dor da saudade, do sorriso, do jeitinho carinhoso, da alegria que só uma criança pode proporcionar a qualquer ''ser humano'' decente.
Nada apagará da memória de Ana Carolina de Oliveira, mãe de Isabella a dor de ser perder uma filha.
Alexandre Nardoni é um psicopata em potencial, frio, calculista, mentiroso, medíocre e sua comparsa, idem.
Pagarão por suas maldades, sofrerão a repugnância de uma sociedade inteira, estão no lugar onde escolheram para suas vidas, são vermes.
Quando um sujeito assim acaba com a vida de uma criança, acaba com o estrutural de um mulher, acaba com o prazer de ser mãe, acaba com todo um trabalho de vida, construído ao longo de nove meses, para só depois ser recompensado com uma bela criança, destrói a reputação de outros homens que querem por exemplo, ser pai.
Para Ana Carolina de Oliveira, a ficha começa a cair agora, a dor só aumentou.
Ficha essa que não caiu por parte da impressa, ao fazer do caso um verdadeiro circo.
Mas, o ''circo'' não foi algo escolhido, fora criado por dois ''palhaços maldosos'', atrairam a mídia e cansaram a paciência das pessoas.
Houve até quem comemorasse com fogos de artifícios como se fosse uma final de campeonato de futebol, coisas de Brasil.
Até um imbecil, operador de telemarketing quis se aparecer diante das câmeras da Rede Globo, por três vezes, fazendo gestos medíocres para auto se promover.
Agora o ''circo'' foi desarmado, seguirá para outros casos comoventes, melhor seria se não tivéssemos outros casos.
Resta agora saber até quando, Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá ficarão presos, é bom ficar de olho.
No futuro, o caso cairá no ''esquecimento de todos'' e algum ''advogadozinho'' tentará soltá-los por ''bom comportamento'', são as falhas de nossa Justiça.
Segundo Ana Carolina de Oliveira, a Justiça foi feita mas, o vazio ficará.
Por isso se faz necessário mudanças urgentes em nossas leis. É preciso mudar e já.
Prisão perpétua para seres inescurcopulosos como este casal e trabalho dentro da cadeia para eles, o que certamente não mudará a cabeça de alguns seres ''humanos covardes''.
Trinta e um anos de cadeia para Nardoni e vinte e seis para Ana Carolina Jatobá, não mudará a história de Isabella Nardoni ou outras crianças vítimas de assassinos covardes mas, muda a dos próprios covardes, a escolha é pessoal, agora apodreçam na cadeia. Pais e mães honestos e decentes, agradecem.

'' O mal que causas aos outros, é o mal que causas a sua própria geração.'' Jhonas Silva



12 de março de 2010

Cartunista Glauco e seu filho, vítimas de um Brasil covarde.

Amigos e amigas do Opinião e Crítica Brasil, perdemos desta vez mais um cidadão. Perdemos mais um brasileiro, vítima da já tão conhecida, violência.
Violência desencadeada por vários ângulos da vida, é claro. Violência as vezes ''justificada'' na falta de oportunidade, na falta de educação, na falta uma ''identidade social''.
Oras! Todas estas justificativas são balelas, são fatos que precisam de ánalises mais profundas e exigem punições severas e, sem sentimentalismo.
O cidadão da vez atende pelo singelo nome Glauco Villas Boas 53 anos, cartunista e que por vezes, retratou o Brasil ''bandido'' em suas tiras pelos jornais.
Glauco estava em casa, descansando como um bom cidadão que trabalha e merece tal descanso, assim como milhões de outros brasileiros.
Dois vagabundos, aparentemente drogados, invadiram a casa do cartunista, como se tivessem o direito de fazer tal coisa, em busca de dinheiro ou um provavel sequestro, era por volta de meia-noite desta sexta-feira.
Glauco ainda tentou conversar com eles e recebeu quatro tiros a queima roupa, também mataram Raoni Villas Boas, 25 anos, filho de Glauco e que estava vindo da faculdade.
Seja lá o que quisessem, fica claro que nesse país, bandidos usam e abusam de nossas ''leis falidas'', brincam com a vida alheia, como se elas nada valessem, já que as suas mesmo, de nada serve para a sociedade.
O conceito de que o índividuo não teve oportunidades na vida, deve ser caído sempre por terra. Falo isso, por quê em breve, aparecerá a ''lei do mais fraco'', os direito humanos para amenizar a situação desse marginais.
Não demorará e, eles certamente sairão da cadeia por ''bom comportamento'' para concluirem suas penas em ''liberdade'', abusando e aterrorizando as demais pessoas.
Com mais essa morte estúpida, fica o clamor de um povo em constante medo não só da violência mas, de uma sociedade cada vez mais ''fadada'' a falência de seu judiciário.
Judiciário esse, manipulado na ''calada da noite'' certamente por políticos desonestos, corruptos e árbitrarios. Não se sabe de quem é a culpa, não se sabe de onde pode vir a próxima bala.
Num país de terceiro mundo como o nosso, leis que funcionam, são coisas raras.
Bandido preso, cumprindo pena por completo é conto de fadas.



3 de março de 2010

Brasil! Brasil! Brasil

Amigos e amigas do Opinião e Crítica Brasil, estamos realmente á beira de um caos em nossa sociedade e, não é para menos.
Todos os dias, ao abrirmos os jornais, revistas, ao ligarmos nossa TV ou rádio, nos deparamos com absurdos que poderiam certamente, serem evitados.
Parece que existe em nosso ''belo e melancólico ''judiciário, pessoas interessadas em fazer ''teatro'' com nossas vidas e, por sinal se saem ''belos artistas''.
A última que leio, ouço e vejo é sobre um velhinho magro, com cara de dó que aparantemente, nada quer dizer. Com suas roupas igualmente velhas e surradas, Farah Jorge Farah, um ex-cirurgião condenado a treze anos de cadeia, pelo assassinato e esquartejamento de uma dona de casa em 2003 ,Maria do Carmo Alves sua ex-paciente e namorada, passeia ''tranquilamente'' pelas dependências da Universidade de São Paulo (USP), na Zona Leste.
Farah estuda Direito em uma Universidade particular e, Gerentologia na Usp.
Farah chegou a ficar preso por quatro anos, foi condenado em 2008 a mais treze anos e, nunca voltou para a cadeia por conta de habeas corpus.
A impressão que se tem é que, vivemos numa espécie de ''conto da carochinha'', faz-se um alarde em torno do caso, cria-se um ''monstro'' ( e ele o é), controla-se tal ''monstro'' e já calmo, o solta pelas ruas para ver como ficou tal ''conto'' com o personagem principal andando por aí.
Alguns promotores, juízes, delegados e advogados, certamente ficam inertes diante de tal situação e nada podem fazer, o jeito é esperar, o quê ninguém sabe.
É o Brasil e suas nuances calcadas no ''delírio pós-morten'' de todos os que pagam com a vida atitudes monstruosas como a causada por este ''ser''.
A pergunta que se faz: Como fica a familia desta senhora assassinada?
Tem que assistir a tudo e ficar calada?
Quantas Maria do Carmo, João Hélio, Isabella Nardoni, Ives Ota e tantas outras vítimas de nefastos continuarão a fazer dessa sociedade, algo cada vez mais repugnante?
O que se esconde por trás disso? Quem ''lucra''?
A bem da verdade amigos e amigas, isso aqui é um ''samba de uma nota só'' que ninguém muda, pois se mudar perde a graça, o ritmo cai e as pessoas passam a se incomodar de verdade. É deixar tudo do jeito que está, democracia é assim que se ''faz''.
Viva o Brasil! Tão enaltecido desde a ''brasileiríssima'' Carmem Miranda a Luís Inácio ''Lula'' da Silva. A corte agradece.